domingo, 15 de abril de 2012

PESQUISA CIENTÍFICA

Durante muito tempo, a pesquisa científica foi encarada como algo excepicional, que ocorria por inspiração, independente de planejamento, ou seja, era “coisa de gênio”. Modernamente já se entende que descobertas e invenções modernas não ocorrem por acaso, mas através de pesquisas sistemáticas.
No entanto, em outro sentido, houve uma generalização do termo “pesquisa”, que vem sendo relacionados a trabalhso escolares que se constituem, muitas vezes, em repetições de experiências já realizadas, síntese de textos (ANDRADE, 2004). Por isso, devese atentar para algumas propriedades e características da ciência. De acordo com Salomon (1996, p. 107), uma atividade é considerada científica quando:
a) produz ciência;
b) ou dela deriva;
c) acompanha seu modelo de tratamento.

Nesse sentido, trabalho científico, segundo o autor, passa a designar a concreção da atividade científica, ou seja, a pesquisa e o tratamento por escrito de questões abordadas metodologicamente.

Fonte: http://portal.virtual.ufpb.br/biblioteca-virtual/files/pub_1291081139.pdf

CREDIBILIDADE DE UM TEXTO INFORMATIVO

EDUCAÇÃO DE QUEM? PARA QUEM?
(REVISTA VEJA)
AUTOR: Gustavo Loschpe
  TRANSPARÊNCIA: o texto trata de um tema muito discutido pelos meios de comunicação. É clara a informação que transmite, pois o assunto é bem conhecido. Informa sobre a realidade social do país, que é mencionada através de discursos políticos. 
O texto articula três pontos de vista à respeito do tema (educação pública brasileira e seus responsáveis. Entretanto, o autor evidencia uma nova versão para a culpabilização da educação brasileira desregrada e, dessa forma, abre espaço para uma nova discussão, na qual o autor instiga o leitor a pensar sobre o assunto abordado e a formular sua própria opinião. E, nessa perspectiva, o texto apresenta-se claro, simples, de fácil linguajar e capta a atenção do leitor por torná-lo parte integrante do processo, já que estimula a compreensão do tema e formulação de opiniões.
  FONTE: www.revistaveja.com

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Mapa Conceitual

De um modo geral, mapas conceituais, ou mapas de conceitos, são apenas diagramas
indicando relações entre conceitos, ou entre palavras que usamos para representar conceitos.

Embora normalmente tenham uma organização hierárquica e, muitas vezes, incluam setas,
tais diagramas não devem ser confundidos com organogramas ou diagramas de fluxo, pois não
implicam seqüência, temporalidade ou direcionalidade, nem hierarquias organizacionais ou de poder.
Mapas conceituais são diagramas de significados, de relações significativas; de hierarquias
conceituais, se for o caso. Isso também os diferencia das redes semânticas que não necessariamente
se organizam por níveis hierárquicos e não obrigatoriamente incluem apenas conceitos. Mapas
conceituais também não devem ser confundidos com mapas mentais que são associacionistas, não
se ocupam de relações entre conceitos, incluem coisas que não são conceitos e não estão
organizados hierarquicamente. Não devem, igualmente, ser confundidos com quadros sinópticos que
são diagramas classificatórios. Mapas conceituais não buscam classificar conceitos, mas sim
relacioná-los e hierarquizá-los.

Fonte: http://www.if.ufrgs.br/~moreira/mapasport.pdf

 Mapa Conceitual 1:
















 Mapa Conceitual 2: